terça-feira, 17 de junho de 2014

Dia Mundial de Combate à desertificação e à Seca

Hoje (17) é comemorado o Dia Mundial de Combate à desertificação e à Seca, data escolhida pela Assembléia Geral da ONU em 1994. Esta data foi implantada para promover a conscientização pública acerca desse tema e a implementação da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação nos países que sofrem secas severas e/ou desertificação.
Desde então, os países que assinaram a Convenção, organizações do Sistema das Nações Unidas, internacionais e não governamentais, bem como outros agentes têm celebrado este dia com atividades várias um pouco por todo o mundo. Essa é a data oportuna para promover a sensibilização da opinião pública sobre a necessidade de fomentar a cooperação internacional no combate à desertificação e aos efeitos da seca.
Para a Casa da Mulher do Nordeste o combate à desertificação é prioridade durante todo o ano. Segundo a Coordenadora do Programa Mulher e Vida Rural Célia Souza a região do Pajeú junto com a Região do Cariri vivem esse problema há mais de 3 anos, são as mais afetadas pelo desmatamento e desertificação. O que torna extremamente necessárias ações mais sistemáticas de combate. “A desertificação faz com que a terra sofra, empobrece o solo, e os agricultores e agricultoras perdem boa parte de sua capacidade de produção”, conta.
Célia ainda afirma que existem várias ações para amenizar os impactos da seca em busca da convivência com semiárido, que são realizadas por organizações da Articulação do Semiárido (ASA). Dentre elas estão: o melhor uso da água com tecnologias como as cisternas de calçadão, barragem subterrânea, barreiras de trincheiras, cisternas, entre outros. A CMN também vem fortalecendo essa atuação através do projeto Mulheres na Caatinga, que tem o patrocínio da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental, com o plantio de 21 mil mudas nativas da caatinga. Trabalho que vem sendo desempenhado por mulheres sertanejas no combate à desertificação.
Mas a coordenadora ressalta que não é apenas quem mora no sertão ou em área atingidas pela seca que deve se preocupar com a desertificação, mas todas as pessoas, pois a falta de plantio também faz faltar alimento para a cidade. Outro fator é a água, a economia de água pode contribuir para a convivência com o meio ambiente. E lembra que o Rio Pajeú precisa de reforços e ajuda para continuar vivendo.
Da assessoria de comunicação da Casa da Mulher do Nordeste
Emanuela Castro
Assessoria de Comunicação da Casa da Mulher do Nordeste
Telefone: (81) 3426.0212 | 9193.2315

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